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Semiologia abdominal: o que o exame físico mede e o que não mede

Em 30 segundos

O exame do abdome vale pelo que mede e também pelo que deixa de medir.

Escopo e método deste resumo

O exame do abdome vale pelo que mede e também pelo que deixa de medir. Esta unidade NÃO ensina a técnica dos sinais nominais (Murphy, Blumberg, Rovsing, psoas, obturador, Cullen, Grey Turner) nem a sequência completa do exame. Ela percorre os achados que descrevem a peritonite, o teste de Carnett para separar a dor de parede, a manobra mais útil na ascite e três situações em que a diretriz diz o peso do exame: obstrução por aderências, suspeita de apendicite e hipertensão arterial.

Conferido por auditoria cega, com defeitos plantados para medir o auditor.Atualizado em 27/10/2026 · 1 fonte citada

Material educacional escrito com apoio de IA e conferido por revisão automatizada, sem revisão médica nomeada. Não substitui o livro-texto nem orientação clínica.

Essencial

Os músculos retos do abdome, quando tensos, ficam como um anteparo entre a mão que palpa e as vísceras que estão logo abaixo.

No teste de Carnett palpa-se o ponto de maior dor com o paciente deitado e, em seguida, de novo com ele semissentado, o que tensiona os retos: a dor de origem intra-abdominal não aumenta nessa segunda palpação, porque os retos tensos protegem a víscera; a dor que aumenta é a que sugere origem na própria parede.

Na clínica

Rigidez, defesa e dor à descompressão são os achados descritos para peritonite, e a rigidez é a de maior razão de verossimilhança positiva (5,1, contra 2,0 da defesa e da descompressão); o teste de Carnett ajuda a separar a dor de parede abdominal da dor visceral.

Para fazer o diagnóstico de ascite, o achado de exame mais útil é a onda líquida positiva; para afastá-la, os achados mais úteis são a história negativa de edema de tornozelo ou de aumento da circunferência abdominal.

Teste-se antes de seguir

Num adulto com suspeita de apendicite, o escore clínico (Alvarado, AIR) resulta em baixo risco. O que a diretriz da WSES permite concluir com ele? E o que falta ao paciente de risco intermediário?

A resposta fica na Avaliação, sem spoiler aqui.

Responder na Avaliação
Fontes (1)
  1. Chopra A. Gastroenterology. In: Approach to Internal Medicine. 2015:123-157.
    peritonitis —rigidity (LR+ 5.1), guarding (LR+ 2.0), rebound tenderness (LR+ 2.0), positive cough test (LR+ 2.0).

Onde isso cai na prática

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